Novo ultrassom pode enviar imagens dos fetos pela internet, em tempo real

01/05/2015 15:50

Lançamento da Samsung visa tornar os ultrassons de futuros bebês em eventos que podem ser acompanhados por entes da família de qualquer lugar do mundo

A avó que mora em outra cidade e o pai, executivo que viaja sempre, não precisarão mais se desdobrar para acompanhar os exames de ultrassom fetal da futura mãe fisicamente. Pelo menos é essa a oferta da Samsung, que está lançando um aparelho de ultrassonografia cujas imagens e vídeos podem ser transmitidos para qualquer ambiente de servidor e, assim, ser acessados em tempo real, pela internet.

A novidade foi totalmente desenvolvida no Brasil, por uma equipe de engenheiros sediada em Campinas (SP) e que trabalhou seis meses no projeto. O aparelho, assim como outras soluções da linha Healthcare da fabricante sul-coreana, está em apresentação na Jornada Paulista de Radiologia, que acontece de 30 de abril a 3 de maio, no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

“A tecnologia ainda tem como proposta eternizar o momento do ultrassom. Hoje, os aparelhos desse tipo gravam as imagens e vídeos num pen drive ou CD. Se a mãe perder esse dispositivo, simplesmente perderá as imagens”, diz Denilson Kuratomi, líder da divisão de HME (Health & Medical Equipaments) da Samsung. “Com a nova tecnologia, essa informação poderá ficar num storage, físico ou em nuvem, à escolha da clínica, e armazenado por quantos anos forem quistos”, completa.

A solução está integrada às máquinas de ultrassom WS80A, que são o top de linha da Samsung. Apesar de o aparelho em si fazer todo tipo de ultrassonografia, somente as imagens de ultrassom fetal podem ser enviadas para servidores atualmente. “Mas a adaptação para outros equipamentos da marca e para o envio de outros tipos de ultrassom é simples de ser executada”, diz Kuratomi.

Raio-x Digital

Outra novidade apresentada pela marca – essa desenvolvida na Coréia do Sul – é o raio-x digital. Segundo Denilson Kuratomi, o equipamento é até três vezes mais rápido do que os raio-x analógicos, mais comuns no Brasil, e emitem menor dose de radiação, além de agilizar a disponibilidade da informação para o diagnóstico do médico. “O diferencial desse equipamento é o detector wireless. Com isso, é possível transmitir todos os dados do raio-x pela internet, evitando interferências por passagens de cabeamentos ou mesmo a necessidade de interligar a sala de raio-x por rede física”, diz.

Ele explica que com apenas um detector, o raio-x se conecta a várias salas, funcionando como uma impressora wireless. “Esses dois lançamentos são exemplos claros de internet das coisas aplicada ao universo médico”, conclui o especialista.

 

Fonte:ipnews


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