Linha de transmissão da usina de Belo Monte está na “nuvem”

04/09/2015 17:17

Consórcio construtor do “linhão” de 2.090 km, usa o software Colaborativo, da Construtivo, para gestão e armazenamento da documentação. Modelo de negócio é de SaaS.

 

A construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, a terceira maior do mundo, com capacidade de geração de 11,2 mil MW, não se esgota na obra de geração. Para “transportar” a energia produzida na unidade até o chamado Sistema Interligado Nacional (SIN), a rede de transmissão nacional, é preciso uma infraestrutura própria, o chamado “linhão”. E essa é a missão da BMTE (Belo Monte Transmissora de Energia), concessionária de serviço público, formada pelas empresas State Grid (51%), Furnas (24,5%) e Eletronorte (24,5%).

Como se trata de um projeto complexo, os engenheiros e técnicos precisam compartilhar inúmeros documentos e fazem uso da ferramenta de colaboração em nuvem do Construtivo. A plataforma Colaborativo, oferecida no modelo de software como serviço (SaaS) permite o controle de fluxo da documentação da construção, operação e manutenção da linha de transmissão que passará por 65 municípios dos estados do Pará, Minas Gerais, Goiás e Tocantins. A ferramenta conecta e integra projetistas, engenheiros, empreiteiro e fornecedores. Com o fluxo de informação ativo, eles podem dar sequência a projeto, incluindo etapas de análise, revisão, aprovação e execução.

“A natureza do negócio de engenharia e construção requer métodos eficazes para controlar o grande número de documentos compartilhados para a realização de uma obra. Constantemente, esses documentos sofrem alterações nominadas, criando-se novas versões”, explica o presidente do Construtivo, Marcus Granadeiro. Segundo ele, a plataforma do Construtivo, fornece um repositório único e seguro para armazenar, consultar e organizar os documentos completos ou em andamento com base na nuvem. “O projetista, por exemplo, insere o projeto no sistema, o engenheiro analisa e faz comentários e, caso seja necessário reenviar o material ao projetista”, detalha. Quando liberado, o documento é aprovado para execução, com um alerta para o empreiteiro.

Armando Araújo, diretor técnico da BMTE, a adoção do software Colaborativo aconteceu em função de outra experiência similar que a equipe da BMTE participou. “É uma ferramenta indispensável para a agilidade de tramitação de documentos técnicos para avaliação, bem como para o controle das etapas de construção do empreendimento”, explica.

 

Fonte:ipnews


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