Quase 30% dos ataques de phishing tem foco no roubo de dados financeiros

20/03/2015 08:44

Na categoria ‘sistemas de pagamento’, os cibercriminosos têm focado principalmente em roubar dados de usuários de cartões Visa (31,02% das detecções), diz pesquisa.

Um estudo da Kaspersky Lab intitulado "Ameaças Cibernéticas Financeiras de 2014" revela que 28,8% dos ataques de phishing em 2014 foram destinados a roubar dados financeiros dos usuários. Para executar ataques bem-sucedidos, os cibercriminosos têm mudado o foco dos ataques de empresas financeiras para sistemas de pagamento e sites de compras online.

 

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Nomes de bancos conhecidos foram usados por cibercriminosos em 16,3% dos ataques; em 2013, o nível de phishing bancário foi de 22,2%.

Na categoria ‘sistemas de pagamento’, os cibercriminosos têm focado principalmente em roubar dados de usuários de cartões Visa (31,02% das detecções), PayPal (30,03%) e American Express (24,6%). Ao mesmo tempo, em 2014 detecções phishing em páginas que mencionavam PayPal cairam 14,09% em comparação a 2013.

Nomes de sites de compras online conhecidos foram utilizados em 7,3% dos ataques (6,5% em 2013);

Em 5,1% dos casos, as tecnologias de proteção da Kaspersky Lab detectaram páginas de phishing que mencionavam sistemas de pagamento, 2,4% a mais do que em 2013.

A proporção de phishing financeiro detectado em sistemas Mac aumentou cerca de 9,6% em relação ao ano anterior, o que representa 48,5% de todos os casos em que o componente anti-phishing de produtos de segurança Kaspersky Lab para Mac OS X foi ativado.

No ano passado, a proporção de todos os ataques de phishing financeiros caiu 2,7% em relação a 2013, principalmente devido a uma diminuição do nível de phishing bancário. Ao mesmo tempo, foram proporcionalmente mais phishings focados em outras categorias financeiras.

"O aumento de phishing financeiro nos anos anteriores fez com que as marcas que eram utilizadas como isca tomassem medidas para acabar com o problema. Isto levou a redução dos níveis de phishing que usavam as maiores marcas. No entanto, os criminosos começaram a atacar novos "mercados". Por exemplo, em 2014, vimos um grande número de golpes de phishing com base em sites de venda de passagens aéreas, um alvo que não costumava ser muito afetado", diz Nadezhda Demidova, Analista de Conteúdo de Web da Kaspersky Lab.

 

Fonte:Ipnews


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