Startup de drones foca corporativo

14/04/2014 08:11

A Voador.es, startup paulista focada em uso de drones para captar imagens, fechou recentemente um contrato com a Tecnisa para desenvolver uma maneira diferente de oferecer seus empreendimentos.

A filmagem e fotografia das construções fica a cargo dos drones modelo Phanton da marca DJI da Voador.es.

A empresa do mercado imobiliário está disponibilizando aos compradores de apartamentos, a possibilidade de conhecer a vista de seus futuros lares com drones da Voador.es. Além disso, os clientes poderão receber vídeos recentes mostrando o andamento das obras.

A filmagem e fotografia das construções fica a cargo dos drones modelo Phanton da marca DJI da Voador.es.

A startup fechou a parceria com a Tecnisa através do Fasting Dating Tecnisa, evento baseado em encontros de 20 minutos com startups das mais diversas áreas, que queriam mostrar ideias, produtos ou serviços diferenciados para a companhia.

Já em implantação, o drone irá somar tecnologia à área de Relacionamento com o Cliente, que enviará mensalmente o registro das obras com vídeos aéreos, personalizado conforme a unidade de cada comprador.

A startup, que conta com seis sócios, foca em produzir e encontrar soluções utilizando veículos aéreos não tripulados [VANTS].

Thiago Capelo, um dos sócios da novata empresa , explica que o contrato com a Tecnisa possibilitou que a Voador.es traçasse um novo passo para o desenvolvimento em outro ramo.

“Isso mostra que podemos atuar não somente com publicidade, mas apresentar uma maneira prazerosa e com menos custo da empresa o andamento de uma obra para os clientes da Tecnisa” explica.

Com seis meses de existência, a startup atende ainda empresas do ramo da agricultura, sobrevoando plantações no intuito de identificar problemas nas plantações além de eventos, como o Rio Boat Show, dentre outros.

Ainda que não existam estimativas oficiais sobre o tamanho do mercado de drones no Brasil, dado interessante da Gohobby, distribuidora de algumas marcas de drones no país, revela que vende cerca de 200 aparelhos “menos sofisticados” - com valores que variam entre R$ 4 a R$ 6 mil - mensalmente.

Além disso, a distribuidora contabiliza a comercialização de cinco dispositivos mais robustos, que podem custar algo na faixa R$ 150 mil, ao mês.

Nessa linha, a Amazon já se manifestou e cogita o uso da tecnologia para entregar encomendas de produtos vendidos em seu e-commerce. O projeto [ainda] não avançou porque, entre outros fatores, o governo norte-americano pretende regulamentar a utilização não-militar desses aparelhos.

A aplicação da tecnologia já tem alguns casos emblemáticos, inclusive no Brasil. No começo do ano, por exemplo, criminosos usaram drones para despejar drogas no pátio de um presídio no interior de São Paulo.

Outra aplicação criativa dessas ferramentas em solo nacional foi durante o carnaval, durante a cobertura de desfiles de escola de samba

 

Fonte:BagueteTI


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